Por Cecília Amin, Secretária da CJP

O Natal consumismo, das lojas  iluminadas, dos cursos para decorar as casas, dos comerciais tentadores para a compra de presentes, da relevância da figura do Papai Noel está aí. É só o que se vê e o que se sabe.  As canções natalinas provocam esse clima e o essencial do Natal, o Deus menino, o dono da festa, torna-se mais uma figura decorativa.

Neste Natal,  é possível inverter esses valores. É possível um gesto concreto de partilha e valorização do trabalho de tantas pessoas anônimas que contribuem para a melhoria de vida de grupos de produção que encontram, em seu trabalho, uma forma de partilhar o conhecimento, a arte, o sonho de crescerem e, na pobreza, encontrarem dignidade.

“Vamos comprar os presentes de pequenas empresas e autônomos. Da vizinha que vende por catálogo, de artesãos que fazem bijuteria ou boa arte, da amiga que tem uma loja no bairro, do pasteleiro que faz doces artesanais, do rapaz que tem uma banca no mercado… Façamos o dinheiro chegar às pessoas comuns e não às grandes multinacionais. Assim haverá mais gente a ter um melhor Natal. Apoiemos a nossa gente! Se acha que é uma boa proposta, copia e cola no seu mural. Vamos tentar ao menos!!!”

Uma dica: as Irmãs da Redenção dedicam-se ao artesanato e estão produzindo e comercializando  presépios, panos e lindas toalhas como presentes do Natal.  As pessoas interessadas podem falar com a Irmã Maria pelo telefone 3228.2105 ou 8143.3056.

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