(por Helena Barros Heluy, advogada e jornalista, membro da CJP)

“Muitos são os  momentos de celebração da caminhada do povo de Deus. Agora, por exemplo, vive a Igreja Católica o momento de celebração jubilosa dos 50 anos da instalação do Concílio Vaticano II, cujos frutos são excelentes.

O Concílio indicou, na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, documento que marca a relação da Igreja com o mundo, que era “muito oportuna a criação de um organismo da Igreja universal, com o fim de despertar a comunidade dos católicos para que promovam o progresso das regiões indigentes e a justiça social entre as nações”.

É sob este impulso que surge a Comissão Pontifícia Justiça e Paz, criada pelo Papa Paulo VI, em janeiro de 1967, sediada em Roma, com representantes de todos os continentes, em cuja mensagem criava, também, o Conselho de Leigos.  Foi definida, então, como atividade da Comissão Justiça e Paz “o estudo dos grandes problemas da justiça social, com vistas ao desenvolvimento das nações jovens e especialmente quanto à fome e à paz no mundo”, que recebe mais vigor com a Encíclica Populorum Progressio, em março de 1967, que retoma os mesmos temas” …. continue lendo clicando JUSTIÇA E PAZ, preocupação pós-conciliar

 

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